Dia frio! Cordilheira lotada de neve. Confesso que fiquei paralisado um pouco absorvendo o que estava vendo. Sou caipira e admito, nunca havia visto neve antes e ver toda a montanha branca foi especial. Tentei fotografar, mas não consegui balancear luz e sombra, isso é só para profissionais (leia-se Gabi). Deixarei para postar um outro dia, talvez com mais algumas tentativas acabe acertando.
Aos poucos estou me acostumando com os caminhos até o banco. Pegar o metrô não é problema algum, ainda me perco no momento da saída, mas amanhã não tem erro. Não tinha comentado antes, mas os ascensoristas aqui tem realmente uma utilidade. O elevador do banco é manual, por uma manivela ele sobe e quando chega no andar, ele volta a manivela e abre a porta.
A manhã foi entendiante, não há muito o que fazer, mas na hora do almoço resolvi conhecer um pouco as redondezas do banco. Antes, tive que trocar o cheque que o Juan Pablo me deu para 11 dias, o equivalente a 660 reais. Foi interessante, pegar uma fila de banco e cambiar el cheque. No caixa, a moça pediu a tarjeta e eu disse: Oi? Ela: Si, hoy. Bem, hoy, em espanhol é hoje. Furo total. Depois entendi que era a identidade, mas ela queria o passaporte, porque entreguei a CNH. Tentei conversar com ela e no final das contas acabou aceitando. Depois disse para colocar a firma, assinatura. Demorou, mas entendi. Dinheiro na mão, carteira quase não fechando. Não gosto de andar com tanto dinheiro na carteira.
Pois bem, continuemos. Depois do almoço fui conhecer duas grandes lojas de departamento, a Falabella e a Ripley. Achei que as coisas seriam mais baratas ou eu estou bem desinformado quanto aos preços no Brasil. Vi botas bonitas por quase 200 reais, achei muito caro, mas eram realmente muito lindas. Não vi os preços dos perfumes, mas me encheram de perfume na loja.
Enfim, era hora de voltar ao trabalho e mais tempo sem fazer nada. Hoje percebi o quanto esse povo é fanático por futebol, eles gritavam feito loucos. Acho que é o costume da seleção deles ser fraca e nunca chegar longe, então resta torcer para os outros. Escolheram a Espanha por motivos óbvios.
Era a hora de partir, até que surgiu um problema. O Jorge, que é o Gerente de Projetos estava tentando falar comigo. Ele não me entendia e eu não o entendia. Até que o Mário, o Gerente dos DBAs pergunta se eu falo inglês. Problem solved! Começamos a falar em inglês e tudo se clareou, o projeto tomará um rumo novo amanhã. Ainda bem.
Voltando ao apartamento, depois de conversar por alguns minutos com a menena, resolvi desfazer a mala e arrumar um pouco o lugar, porque estava uma zona completa. Mala desfeita, apartamento arrumado, louça lavada, banho tomado. Agora está mais aceitável, embora tenha ficado um vazio maior, não sei porquê. Neste instante, estou deitado na cama enquanto vos blogo, caro leitor. Deixo a TV ligada para dar a impressão que tem sempre alguém aqui. Tudo muito silencioso por essas bandas. Bate uma solidão a essa hora.
Hora de partir, hasta la mañana.
Aos poucos estou me acostumando com os caminhos até o banco. Pegar o metrô não é problema algum, ainda me perco no momento da saída, mas amanhã não tem erro. Não tinha comentado antes, mas os ascensoristas aqui tem realmente uma utilidade. O elevador do banco é manual, por uma manivela ele sobe e quando chega no andar, ele volta a manivela e abre a porta.
A manhã foi entendiante, não há muito o que fazer, mas na hora do almoço resolvi conhecer um pouco as redondezas do banco. Antes, tive que trocar o cheque que o Juan Pablo me deu para 11 dias, o equivalente a 660 reais. Foi interessante, pegar uma fila de banco e cambiar el cheque. No caixa, a moça pediu a tarjeta e eu disse: Oi? Ela: Si, hoy. Bem, hoy, em espanhol é hoje. Furo total. Depois entendi que era a identidade, mas ela queria o passaporte, porque entreguei a CNH. Tentei conversar com ela e no final das contas acabou aceitando. Depois disse para colocar a firma, assinatura. Demorou, mas entendi. Dinheiro na mão, carteira quase não fechando. Não gosto de andar com tanto dinheiro na carteira.
Pois bem, continuemos. Depois do almoço fui conhecer duas grandes lojas de departamento, a Falabella e a Ripley. Achei que as coisas seriam mais baratas ou eu estou bem desinformado quanto aos preços no Brasil. Vi botas bonitas por quase 200 reais, achei muito caro, mas eram realmente muito lindas. Não vi os preços dos perfumes, mas me encheram de perfume na loja.
Enfim, era hora de voltar ao trabalho e mais tempo sem fazer nada. Hoje percebi o quanto esse povo é fanático por futebol, eles gritavam feito loucos. Acho que é o costume da seleção deles ser fraca e nunca chegar longe, então resta torcer para os outros. Escolheram a Espanha por motivos óbvios.
Era a hora de partir, até que surgiu um problema. O Jorge, que é o Gerente de Projetos estava tentando falar comigo. Ele não me entendia e eu não o entendia. Até que o Mário, o Gerente dos DBAs pergunta se eu falo inglês. Problem solved! Começamos a falar em inglês e tudo se clareou, o projeto tomará um rumo novo amanhã. Ainda bem.
Voltando ao apartamento, depois de conversar por alguns minutos com a menena, resolvi desfazer a mala e arrumar um pouco o lugar, porque estava uma zona completa. Mala desfeita, apartamento arrumado, louça lavada, banho tomado. Agora está mais aceitável, embora tenha ficado um vazio maior, não sei porquê. Neste instante, estou deitado na cama enquanto vos blogo, caro leitor. Deixo a TV ligada para dar a impressão que tem sempre alguém aqui. Tudo muito silencioso por essas bandas. Bate uma solidão a essa hora.
Hora de partir, hasta la mañana.

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